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"Not today"

Foi difícil para mim chegar onde estou, ser o que sou hoje. Ainda neste presente, todos os dias tenho dúvidas, todos os dias há pelo menos um segundo em que olho para trás com medo. Mas a beleza de tudo está nestes pequenos momentos, não nas certezas nem nas utopias, mas sim nos arrepios, nas palpitações, nas lágrimas e na esperança. Sempre fui uma pessoa céptica, não sou de certo a maior sonhadora que o mundo já viu, e de longe a mais optimista. Mas aí está. O pico da minha adolescência já está marcado, ainda nem acabou e eu sei o que vai deixar cicatrizes. E sei que apesar dos amores, das grandes amizades, das famílias, as minhas memórias estarão para sempre inundadas de sacrifícios, paredes brancas, um chão coberto de sangue e iras que não consegui controlar. Mas naqueles momentos, horas, instantes, em que o meu inconsciente e consciente lutavam pela minha salvação e morte, eu escolhi ficar. Porque há sempre um momento, tal como há sempre um momento para decidirmos começar a...

Lucky 13?

É verdade que grande parte das nossas vidas não podem ser contadas pelos anos, e espero que - num futuro não muito próximo - um ano da minha vida não seja tão forte como foram todos eles até agora. 2013 foi para mim -  especialmente para mim - o ano depois do fim do mundo. Um ano que ficou marcado por reviravoltas, mágoas e grandes perdas.  Fica também neste ano que termina tão tarde, as minhas ultimas memórias do primeiro e talvez maior amor da minha vida. Fica a mágoa e a saudades que as lembranças me trazem e a vontade de voltar atrás, de um último passeio ao longo da praia, uma última corrida, um ultimo trambolhão das escadas. Só mais um dia pediria eu a quem mo pudesse dar, mais uma hora apenas, uma última despedida. Este ano trouxe-me também surpresas, e amigos que nunca acabam para uma vida inteira de loucura. Deu-me uma família nossa, de capa traçada e negro aos ombros, encontrei amigos que ficarão para uma eternidade intemporal. Deu-me certezas e muitas surpresa...
As minhas mãos tremiam sobre aqueles lençóis num misto da melhor e pior noite da minha vida. O meu peito doía, e no fundo deste algo negro ia crescendo pouco a pouco. Não era mais quem prometera ser, fiel, incondicionalmente àquilo que se ama. Ou talvez já não amasse mais.  As paredes estavam cobertas de sangue, o tapete ensopada naquele fluidos quente, vital e incolor que ninguém via, só eu. Ele sorria-me na ponta da cama e passava as mãos suaves sobre as minhas pernas de criança. Eu era uma criança nos seus braços, nos braços de alguém não tão mais velho que eu e que agora me pertencia como nenhum outro. E o mundo caia-me por entre os dedos, cerrados de pânico enquanto me apercebia, pouco a pouco, que aquele domingo iria assombrar me até ao fim dos meus dias. Ou não, a minha noção de consciência sempre deixara muito a desejar. - Tens um corpo lindíssimo - não sabia ainda eu que aquela frase me assombraria sempre e que, assim que alguém pronunciasse algo semelhante, eu voltaria aq...
Talvez eu esteja eternamente destinada a esta solidão amorosa à qual fui moldada. Cansada fiquei facilmente de me tentar encaixar onde não pertenço e de amar aquilo que não era meu para amar. Quando ele me abraça com força e me sorri com saudade eu sei que o amo e que este é o meu lugar. O meu lugar é um amor assim, onde não dói ir embora e é divertido poder ficar. Fomos feitos de matérias diferentes, rascados de memórias que o outro desconhece por completo. Talvez a minha maior duvida não seja o amor mas sim a minha necessidade dele ou a minha capacidade de gostar de amar. Amor nunca foi nada para mim, mesmo quando o amei com tudo o que havia para dar, eu continuei com tanto para mim, tanto que não era amor, tanto que era maldade e luxurias minhas. Porque o seu sorriso diz me sempre que está cheio de tudo, até de mim, das minhas pequenas maldades e ate quando se chateia eu sei que é por amor. E eu olho-o e sorriu e fazemos amor como se fosse lua de mel outra vez, mas eu sinto-me tão v...

à fful

" A Praxe é ingrata, ponto assente. Não há pastilhas que atem de novo as minhas cordas vocais. Não há água que reponha o que camisa absorveu ao longo de um dia. Não há gelo que acalme a dor nas plantas dos pés, que aguentaram o peso, de sol nascer a sol pôr. Não há alimento que encha o estômago, negligenciado a troco de mais um jogo. Não há Santa Paciência que beatifique as barbaridades que oiço, mesmo nas perguntas mais simples. Não há almofada que passe mais tempo encostada à cara do que a minha própria capa. Fiz noitadas, preparei equipas, equipamentos, o traje, trajes, figurinos e adereços, músicas, gritos, pinturas, a mente, o corpo. Dispendi sono, calorias, muitas calorias, voz, tempo, amigos, criatividade e imaginação, sola, mais calorias, saúde, dinheiro, interesses pessoais, férias. Mas há algo que paga tudo isto. Os primeiros sinais são simples. O sorriso cúmplice quando as flexões se tornam insuportáveis. A reposta soprada ao ouvido, ao colega recém-chegado. As gargan...
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“Se ao menos soubesses tudo o que eu não disse ou se ao menos me desses as mãos como quem beija e não partisses, assim, empurrando o vento com o coração aflito, sufocado de segredos; se ao menos percebesses que eram nossos todos os bancos de todos os jardins; se ao menos guardasses nos teus gestos essa bandeira de lirismo que ambos empunhamos na cidade clandestina Quando as manhãs cheiravam a óleo e a flores... e o inverno espreitava ainda nas esquinas como uma criança tremendo; se ao menos tivesses levado as minhas mãos para tocar os teus dedos para guardar o teu corpo; se ao menos tivesses quebrado o riso frio dos espelhos onde o teu rosto se esconde no meu rosto e a minha boca lembra a tua despedida, talvez que, hoje, meu amor, eu pudesse esquecer essa cor perdida nos teus olhos.” Joaquim Pessoa
"We met it seems, such a short time ago. You looked at me, needing me so. Yet from your sadness, our happiness grew. Then I found out, I need you, too. I remember how we used to play. I recall those rainy days, the fires glowed, that kept us warm. And now I find, we're both alone. Goodbye may seem forever, farewell is like the end. But in my heart's a memory, and there you'll always be."
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Nunca fui dada a grandes epifanias, não sem as escrever, nunca acordei um dia com a sensação de que os meus sonhos e pesadelos me tinham dito algo que eu não sabia. Ou sempre soube tudo ou ainda hoje não sei nada. Considero que no fundo eu não tive um percurso de vida turbulento, não foi de todo o melhor e nunca me foi dado nada a que não tivesse direito, mas não vivi mal. Nasci no seio de uma família muito humilde mas com os melhores valores, que me deu todo o amor e apoio que precisei e que me ensinou grandes lições. Tive uma mãe de sonho, daquelas que contado ninguém acredita, um verdadeiro anjinhos que sempre esteve lá para mim mesmo quando eu pensava que não precisava, insistia que não queria. Quando ainda nem a maioridade tinha atingido - e há tão pouco tempo foi - lidei com alguns problemas na área da saúde e dei por mim num buraco onde me meti a mim mesma. Não fui de todo banhada de sorte nessa altura ou nessa área propriamente. Aprendi valores que não sabia que tinha...
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I´m a writer! I'm a liar!
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Eu era uma céptica como os outros, só mais uma ex-sonhadora com o coração desfeito em mil pedaços. O meu cepticismo foi parte do que me fez unir as peças, parte do que me fez ser o que sou e ver as coisas do modo cruel que as vejo. Nunca serei uma optimista como tão poucos ou uma apaixonada como a maioria dos novos. Colar aquilo que era meu, juntar todos pedaços demorou-me bem mais do que os séculos que vivi acorrentada entre mim e os outros, demorou bem mais do que as palavras que me são conhecidas. Sinto-me em pedaços, tudo o que sou em mil pedaços de memórias minhas. Tudo porque caí no mesmo erro cínico de tantos outros, uma optimista e sonhadora em relação à vida, em relação à esperança inconsciente que colocamos naqueles que nos são tão irremediavelmente queridos. Vida e morte, foda-se tiraram-me tanto! Hoje, e em muitos outros dias como hoje, o meu coração está partido pela vergonha de ser quem sou, pela aceitação de coisas em que nã...
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" E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre." Miguel Sousa Tavares

Saudades de almas puras

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Nunca senti este tipo de solidão, esta pancada pela tristeza, talvez porque alguém nunca me tinha deixado antes, não deste modo, não comigo ao seu lado. Outrora sentia-me tão mais segura, como se o meu modo de ficar sozinha me mantivesse sempre acompanhada. Enchi as minhas horas com tantos copos sem conta e tantas noites fora de casa que me sentia ocupada, com a alma vazia mas a mente sempre cheia de qualquer coisa sem significado. A morte , traiçoeira como a conheço, tem destas coisas, deixa-me sozinha quando estou deste modo tão rodeada de tudo. Sei que um dia todos temos de ir para casa, todos temos de acordar nem que seja com o copo de água fria. E eu fui avisada, e acordada a meio de tantas noites das minhas, mas eu continuava simplesmente a sonhar, a deixar passar os sustos e os avisos, porque a vida parecia tão preenchida assim.  Eu não sabia o que era estar vazia. eu não sabia o que era estar vazia até à um mês atrás. Eu não conhecia a dor como a conheço agora, não ...
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Quando somos novos, como eu, outros chamam nos de futuro. Dizem eles que está tudo nas nossas mãos. Os anos desse sentimento de omnipotência nao sao certos mas sao sabidos, os poucos anos passam e somos nós que os fazemos, ninguém cresce ou morre, estamos na terra do nunca. Aqueles que nos são queridos vivem para sempre, não esta nos nosso planos do futuro a morte daqueles que nos são tão nossos. E quando, em tão fresca sensação de omnipotência somos levados a tomar a morte como solução, somos obrigados a escolher a favor do abate, e temos de dizer adeus. Nós que temos tudo nas mãos perdemos os dedos para agarrar, perdemos a garra. E de repente o mundo escapa, já não é mais nosso e já não o queremos mais. E é certo que nem todos somos forte, e que alguns tem quatro patas e valem a pena. Obrigada pelos melhores três anos de guerras e alegrias. Nem todos podem viver sãos para sempre, mas prometo te uma eternidade de saudades e memórias.
O meu coração são cinzas entre as tuas mãos firmes, não vês o que fazes, não vês o que sinto. Sinto-me o teu pior pesadelo, como se tu próprio nunca me deixasses dormir, sinto-me um nada na tua vida, como se tudo aquilo que tu sonhaste se tivesse desvanecido quando me encontraste a mim. Não sou mais razão do teu sorriso e bem sabemos que não sou razão da tua felicidade, e tu pareces não me querer já como parte de ti, se soubesse como é sentir-me tão insuficiente talvez não enchesses as minha horas de pesadelos, talvez enchesses tudo de carinho. Talvez já nem haja carinho, talvez já nem tenhas amor. Porque no final das contas, é sempre tarde demais. No final de contas eu nunca sou suficiente, aquilo que eu sou não é o que queres. E talvez até só queiras paz e amor, talvez queiras uma utopia que aos teus olhos está tão perto mas que para mim nem sequer é realidade. Eu não sou mais a tua princesa, sou alguém que não queres mais, sou alguém que já é o teu sonho.

Castração a ferros quentes

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A vida provou-me seguidamente que o amor não era suficiente, bom ou não, verdadeiro ou não, nunca é suficiente. Ainda assim, somos tantas vezes iludidos nas palavras dos outros que creio que o amor me quebrou de novo. Não o meu coração em pedaços, que creio que esse esteve sempre desfeito, mas as minhas asas. Durmo, com há anos antes, como um pássaro ferido, que não sabe mais voar ou cantar, apenas gritar de dores, quando dor é tudo o que lhe resta. Não acredito mais em amor, não tenho em mim mais amores perdidos, apenas sexo, dor e miséria. Não tenho mais lágrimas aqui, tenho-as espalhadas pelo corpo que há de gemer nos braços de outros. Sexo é sempre o meu escape, aquilo onde sei que não há lágrimas nem sorrisos, nem amor nem ódio. Partiste-me as assas, não posso ser mais pássaro que voa nem amar posso por pássaro que sou. Dei por mim deitado como quem foi ferido, e isso para ti pode não ser nada, mas mim são muitos retornos, muitas batalhas perdidas. Porque ao amor entreguei as ...
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Tenho o coração partido. Tenho tantas estilhaços neste chão que as minhas mãos tremer ao aproximar-me para os juntar. Parece que tudo o que toco se desfaz, como se cada caco que eu pegasse se partisse novamente em pequenas parcelas de mim. Sou outra vez uma boneca com o peito de porcelana rachado, não sou imune ao amor ou à dor que me provocas. Pai, tenho o coração desfeito . Grito-te na cara, estou partida. Tenho tatuado junto das costelas uma mentira que criei em mim mesma. Tenho tatuado em mim invenções da minha cabeça, coisas que queria tanto ancoradas em mim que me esqueci de ser humana, esqueci-me que podia ser vulnerável, esqueci-me em quem era para confiar. Sinto-me no centro de um Carnaval que não é meu, de algo que nada sei. A vontade de fugi não passa e o coração explode-me no peito que tenho partido. Quero tanto ser crescida, quero tanto não chorar mais, dói-me os olhos de tanto chorar, o peito de solução e céus, estou tão magrinha. Por favor, v...

Derrames de quem te cita

Einstein disse - dizem eles - que se tens de te decidir entre a cabeça e o coração, lembra-te primeiro se tens melhor cabeça ou melhor coração. A julgar pela minha tolerância e aproveitamento na entrada na faculdade eu diria que cabeça não seria, mas será que tenho melhor coração? Será que, durante a pressão dos dias de hoje, eu escolho amar com o coração ou ficar pela cabeça? Baseio todos os meus amores e até mesmo uma tatuagem que tenho nas costas numa frases do W.S. "Não te amo como os olhos que vêem em ti mil falhas mas com o meu coração, que ama o que os olhos não vêem." Aplico seriamente tal crença, incondicionalmente é algo que só o coração conhece e onde os olhos não entram, e dai ter pequenos pontos com um nome nas costas. Mas quando te olhos despido na minha cama, eu amo-te com os olhos, quando aponto os teus defeitos no nosso leito, eu fico a amar-te com os olhos porque o coração não vê nem sabe. O coração ama e perdoa. Talvez eu tenha melhor cabeça que coração, ...

Derrames de nós

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Palavras cospem-me no rosto a esta hora da madrugada, riscam-me o carro com chaves de fendas, atiram-me pedras enquanto me ajoelho no chão empoeirado. Cabras,  foram tudo o que sou, tiram-me tudo o que tive, roubaram me cada pedaço do que era meu e um dia foi tão nosso . Em palavras fui mulheres e homens dos meus sonhos, pessoas que detesto, ódios que há anos escondo e grito. Fui tudo o que neste mundo não pude ser, tantas outras putas que aqui não sobreviveram e que vieram descansar aqui, onde há camas, e sonhos e sexo e cocaína  Se sou tudo o que escrevo? Talvez, talvez parte de mim seja ainda criança, talvez um réstia um velho num banco de parque, talvez no fundo um homem apaixonado por uma prostituta de rua, ou a própria, amada pelos homens e detestada por ela ao espelho, talvez seja a criança sem pai, ou a menina com estrelas nos olhos e o rabinho apontado às estrelas. Talvez seja a apaixonada que foi um dia o vagabundo, ou a incrédula que...

derrames de quem sou

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As palavras foram para mim muito mais do que gestos, deixei-me muitas vezes cair nas mentiras que estas traziam e acreditar no que eu própria te falava. Sexo foi - durante o tempo que perco e que nunca recuperei - a única forma de amor que conheci, a única forma de paixão, de mostrar quem sou e ser quem sou, nua de preconceitos mas agora manchada deles. Em amar sempre fui uma nódoa e quanto a sentir - bem sabemos que são minas de problemas, sentir é tão essencial à dor como a vida à morte. Sabes pétala, amor nunca foi uma prioridade na minha vida. Talvez durante os tempos a adrenalina e a paixão que o sexo trazia à minha vida fossem essenciais à existência da minha tão precoce loucura. Mas eu saí da minha negação e a minha loucura estoirou, a raiva encheu a minha vida por escassos mas intensos dias e também ela acalmou. E eu tive a minha negociação,  tive-a toda, e o choro e o medo e toda essa parte a que c...
Há quem diga que nasci para ficar sozinha, que todo o meu ser apela a solidão. Pessoas nunca foram o meu forte, nunca aquilo em que depositei todas as minhas esperanças. Aliás, em tempos foram para lá de sonhos e amores, foi lá que adormeci descansada para acordar no maior circulo de feras da minha vida. Talvez, e correndo - novamente - o risco de te enganar, tenha sido lá que me perdi, e talvez ainda tenhas razão quando dizes que não funciono bem. Há em mim uma percentagem acentuada de esperança, quase que um grito no meu peito. E há em ti uma descrença e desamor que talvez não tenha retorno. Talvez tu fosses o estável e certo, aquele que viveu a meu lado a pensar noutra qualquer mas que no fundo estava certo. E eu estivesse irremediavelmente errada, focada apenas em ti, aprendo a amar pouco a pouco. Porque eu sempre soube falar de amor e tu sempre soubeste amar os outros que não eu.